<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Paula Drummond</title>
	<atom:link href="https://spsas-amazonia.biota.org.br/pt/author/paula-drummond/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://spsas-amazonia.biota.org.br</link>
	<description>21Nov to 05Dec 2022</description>
	<lastBuildDate>Sun, 12 Feb 2023 17:29:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.4.2</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/07/cropped-logo_spsas_amazonia-e1656964626296.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Paula Drummond</title>
	<link>https://spsas-amazonia.biota.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">207500722</site>	<item>
		<title>Evolução geológica, ciclos hidroclimáticos e tipping point marcam o terceiro dia da SPSAS Amazônia</title>
		<link>https://spsas-amazonia.biota.org.br/pt/evolucao-geologica-ciclos-hidroclimaticos-e-tipping-point-marcam-o-terceiro-dia-da-spsas-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Drummond]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 16:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://spsas-amazonia.biota.org.br/?p=1344</guid>

					<description><![CDATA[No terceiro dia da Escola São Paulo de Ciência Avançada Amazônia Inclusiva e Sustentável (ESPCA) os participantes do curso tiveram a oportunidade de discutir com Paulo Eugênio de Oliveira sobre a evolução geológica da Amazônia. Paulo Eduardo De Oliveira, da USP, discorreu sobre a evolução geológica que levou à constituição da Amazônia como a entendemos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No terceiro dia da Escola São Paulo de Ciência Avançada Amazônia Inclusiva e Sustentável (ESPCA) os participantes do curso tiveram a oportunidade de discutir com Paulo Eugênio de Oliveira sobre a evolução geológica da Amazônia. Paulo Eduardo De Oliveira, da USP, discorreu sobre a evolução geológica que levou à constituição da Amazônia como a entendemos hoje. Destacou o papel do grande meteoro que acertou o Golfo do México há 66 milhões de anos e que desencadeou uma irreversível mudança na região neotropical. “Ainda que o meteoro tenha extinguido os dinossauros, esse evento foi fundamental para a constituição da Amazônia, pois impulsionou a evolução da flora neotropical”, explica Oliveira.&nbsp;</p>



<p>O soerguimento dos Andes, durante o Cenozóico, também teve papel decisivo para alterar o regime de precipitação amazônica e gerar a enorme diversidade biológica que abriga. “A diversificação de pássaros, mamíferos, insetos e anfíbios foi impulsionada especialmente há 10 milhões com a nova configuração de drenagem estabelecida.”</p>



<p>De Oliveira também chamou a atenção para as influências marinhas que afetaram a área durante o Mioceno (cerca de 20 milhões de anos atrás). ”Uma evidência é a presença da maçãzinha-da-praia na Amazônia, planta que é típica do litoral”, explicou De Oliveira. A semelhança entre o DNA dos botos da Amazônia e do Caribe também é outra pista das grandes incursões marinhas que aconteceram na região há milhões de anos.&nbsp;</p>



<p>O sistema hidroclimático da Amazônia juntamente com a reciclagem da água e a regulação climática na Amazônia foi o tema abordado por Marcos H. Costa, da Universidade Federal Viçosa. O professor explicou o processo de formação de precipitação e como o desmatamento pode alterar esta característica tão marcante da região amazônica. “A umidade atmosférica é o elemento básico para a formação da precipitação, em áreas desmatadas há menos umidade e ciclagem de água o que reduz a taxa de precipitação aumenta a temperatura da superfície do solo, reduz a evapotranspiração, aumenta a capacidade de reflexão da radiação, o albedo”</p>



<p>Luiz Aragão, do INPE, apresentou dados que mostram que as áreas degradadas (borda de mata, áreas queimadas, fragmentos isolados) já superaram a área de florestas desmatadas na Amazônia. “O funcionamento e as espécies destas florestas são diferentes de uma floresta natural”, explica Aragão. Conhecer a heterogeneidade da estrutura das florestas Amazônicas é fundamental para calcular o balanço de carbono total, pois as florestas degradadas reduzem a quantidade de carbono que uma floresta primária estoca. “Muitas vezes vemos que estas florestas podem recuperar a altura média, mas não a biomassa, pois as espécies que colonizam a área após o distúrbio são ‘florestas leves’”, complementa o pesquisador.</p>



<p>Paulo Artaxo, da USP e membro do IPCC, atualizou o grupo em relação aos dados mais recentes dos órgãos internacionais que avaliam e monitoram as mudanças climáticas. A Organização Meteorológica Mundial da ONU (OMM) lançou um relatório no início da COP27 do Egito que apontou que a média global de CO2 global está subindo. Entre os gases de efeito estufa, o CO2 continua liderando com 66% seguido por 16% de metano.</p>



<p>O Brasil é o sétimo país em emissão de CO2, o sexto em emissões históricas e o quarto em emissões per capita. “É possível que o Brasil também tenha que rachar a conta das mudanças climáticas”,&nbsp;</p>



<p>A mudança da concentração de gases de efeito estufa gera muitas alterações sistêmicas no planeta. Entre elas, o pesquisador destacou a alteração do balanço energético natural do planeta. “Há 300 anos, toda energia que entrava, saía. Agora não. Estamos alterando a taxa de retorno”. Até o momento, o planeta o aumento médio de temperatura foi de 1,2 graus. Entretanto, como explica o pesquisador, isso ocorre porque a maior parte das superfícies é água, e que demora mais para aquecer, ao contrário do continente que já convive com aumentos médios de temperaturas acima do limite de 1,5 graus, meta estabelecida no acordo de Paris.</p>



<p>O aumento da temperatura, altera a circulação de vapor de água na atmosfera. Altera o fluxo de vapor de água, e logo o regime de chuvas. “Imagine que só um gás foi capaz de mudar muito o balanço energético do planeta”. Para Artaxo, ao que tudo indica, estamos levando o planeta para um aquecimento que deve variar entre 3 e 4,5 C.&nbsp;</p>



<p>E termina com a provocação “Existe um <em>tipping point</em> global?”, ou seja, seria possível chegarmos a um ponto irreversível de restauração do planeta?</p>



<p>Por fim, Simone Vieira, da Unicamp, trouxe informações da Mata Atlântica como um contraponto de uma floresta tropical historicamente muito explorada e ocupada. A Amazônia tem mais biomassa acima do solo do que a Mata Atlântica, principalmente em razão do tamanho das árvores na Amazônia que podem atingir de 40 a 50 metros, mas a floresta Atlântica tem dimensões incríveis considerando as condições da região. “A Mata Atlântica é uma floresta inesperada, pois cresce em um terreno inclinado, com solo raso, pobre em nutrientes e muito ácidos. Mas estas florestas têm um grande potencial de estocar carbono no solo, diferente da Amazônia que estoca muito carbono nos troncos”.</p>



<p>E todo o carbono que está acumulado no solo pode ir facilmente para a atmosfera. O aumento de temperatura, aumenta as taxas de decomposição e provoca a liberação deste carbono armazenado no solo para a atmosfera. “Temos uma bomba de carbono no solo da Mata Atlântica. Enquanto ele estiver estocado é ótimo, mas este estoque também é muito sensível a variação de temperaturas” complemento o professor Carlos Joly, da Unicamp e coordenador da Escola.</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-layout-1 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:25%">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="289" src="https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-20-as-13.49.11.png?resize=640%2C289&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-1345" srcset="https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-20-as-13.49.11.png?resize=1024%2C463&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-20-as-13.49.11.png?resize=300%2C136&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-20-as-13.49.11.png?resize=768%2C347&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-20-as-13.49.11.png?w=1157&amp;ssl=1 1157w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" data-recalc-dims="1" /></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:25%">
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="640" height="289" src="https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-20-as-13.50.12.png?resize=640%2C289&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-1346" srcset="https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-20-as-13.50.12.png?w=1021&amp;ssl=1 1021w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-20-as-13.50.12.png?resize=300%2C135&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-20-as-13.50.12.png?resize=768%2C347&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" data-recalc-dims="1" /></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:25%">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="640" height="289" src="https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-20-as-13.51.50.png?resize=640%2C289&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-1347" srcset="https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-20-as-13.51.50.png?resize=1024%2C463&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-20-as-13.51.50.png?resize=300%2C136&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-20-as-13.51.50.png?resize=768%2C347&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-20-as-13.51.50.png?w=1095&amp;ssl=1 1095w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" data-recalc-dims="1" /></figure>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1344</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ciência, política, transdisciplinaridade e bioeconomia são temas do segundo dia</title>
		<link>https://spsas-amazonia.biota.org.br/pt/ciencia-politica-transdisciplinaridade-e-bioeconomia-sao-temas-do-primeiro-dia-da-espca-amazonia-inclusiva-e-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Drummond]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2022 22:26:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://spsas-amazonia.biota.org.br/?p=1230</guid>

					<description><![CDATA[Durante duas semanas 80 participantes do Brasil e da América Latina discutem diferentes aspectos da Amazônia A interface entre ciência e política, a interdisciplinaridade e um modelo econômico sem desmatamento e com inclusão social. Estes foram os temas que que inauguraram o primeiro dia de discussões na Escola São Paulo de Ciência Avançada Amazônia Inclusiva [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Durante duas semanas 80 participantes do Brasil e da América Latina discutem diferentes aspectos </em><em>da</em><em> Amazôni</em><em>a</em></p>



<p>A interface entre ciência e política, a interdisciplinaridade e um modelo econômico sem desmatamento e com inclusão social. Estes foram os temas que que inauguraram o primeiro dia de discussões na Escola São Paulo de Ciência Avançada Amazônia Inclusiva e Sustentável, em São Pedro (SP). A Escola acontece de 21 de novembro a 05 de dezembro e reúne 80 alunos do Brasil e do exterior.</p>



<p>Marcos Silva, do <a href="https://www.iai.int/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inter-American Institute for Global Change Research</a> (IAI), inaugurou a Escola falando dos diferentes órgãos internacionais que tratam da relação entre ciência e tomada de decisão e como o IAI busca contribuir para favorecer este diálogo por meio da organização e capacitação de jovens pesquisadores em diplomacia científica.</p>



<p>Anita Hardon, do <em>Social Science and Humanites cluster</em> da <a href="https://www.nwo.nl/en" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NWO (Organização Neerlandesa para a Pesquisa Científica)</a> e da Universidade de Wageningen, falou sobre múltiplos aspectos da pesquisa transdisciplinar, como a importância da conversa, do respeito sobretudo quando a pesquisa envolve diferentes atores.</p>



<p>Carlos Nobre, do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, inicia sua fala comentando sobre a recém finalizada COP27 do Clima (que aconteceu no Egito de 06 a 18 de novembro), na qual considera que tenha tido mais importância para o Brasil do que para o mundo.</p>



<p>O pesquisador estuda a Amazônia há mais de 40 anos e trouxe dados sobre a riqueza biológica da região e o relevante papel do bioma para a regulação do clima planetário. Além disso, discutiu as ameaças e impactos, principalmente o risco de atingir o ponto de virada (tipping point) do bioma, ou seja, a perda da capacidade de regeneração da floresta. Como alternativa virtuosa, o Carlos Nobre defendeu caminhos para um desenvolvimento com a floresta em pé, como, por exemplo, por meio da restauração florestal do arcos de desmatamento ( no sul da Amazônia brasileira) e a bioeconomia, que envolve recursos da Amazônia, inclusão dos povos locais e tecnologia.</p>



<p>Materiais sobre as palestras podem ser encontrados no site da Escola <a href="https://spsas-amazonia.biota.org.br/">https://spsas-amazonia.biota.org.br/</a></p>



<p><strong>Sobre a a Escola de Ciência Avançada Amazônia Inclusiva e Sustentável</strong></p>



<p>A Escola São Paulo de Ciência Avançada Inclusiva e Sustentável nasceu focada na Amazônia por um olhar transdisciplinar. Durante duas semanas serão abordadas as questões acerca do território amazônico, seus habitantes e os protagonistas da biodiversidade e mitigação das mudanças climáticas. “Montamos a escola para dar uma visão das diferentes dimensões da Amazônia, mas sabemos que ainda há lacunas, como a segurança alimentar e saúde”, explica Carlos Joly, coordenador da Escola. </p>



<p>Os participantes irão se organizar em grupos e desenvolver temas que têm afinidade entre si. “A proposta é co-construir temas que serão tratados na escola e que sejam do interesse dos participantes.”, explica Joly. Ao final o material escrito será transformado em um e-book.</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-layout-2 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="360" src="https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-22-at-09.07.35.jpeg?resize=640%2C360&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-1232" srcset="https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-22-at-09.07.35.jpeg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-22-at-09.07.35.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-22-at-09.07.35.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-22-at-09.07.35.jpeg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-22-at-09.07.35.jpeg?w=1599&amp;ssl=1 1599w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-22-at-09.07.35.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-element-caption">Marcos Silva (IAI).<br>Foto: Henrique Simões</figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="360" src="https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-22-at-10.18.02.jpeg?resize=640%2C360&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-1233" srcset="https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-22-at-10.18.02.jpeg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-22-at-10.18.02.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-22-at-10.18.02.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-22-at-10.18.02.jpeg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-22-at-10.18.02.jpeg?w=1599&amp;ssl=1 1599w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/WhatsApp-Image-2022-11-22-at-10.18.02.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-element-caption">Anita Hardon (NWO)<br>Foto: Henrique Simões</figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="480" src="https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG_0368.jpg?resize=640%2C480&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-1235" srcset="https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG_0368-scaled.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG_0368-scaled.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG_0368-scaled.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG_0368-scaled.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG_0368-scaled.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG_0368-scaled.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/spsas-amazonia.biota.org.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG_0368-scaled.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" data-recalc-dims="1" /><figcaption class="wp-element-caption">Carlos Nobre (IEA/USP)<br>Foto: Érica Speglich</figcaption></figure>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1230</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
